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Origem do rádio e sua grande utilidade nas guerras.

O rádio foi inventado em 1896. 

Mas antes disso, diversas outras descobertas foram necessárias para propagação do som por ondas radiofônicas. 

Em 1888, Heinrich Hertz, verificou a existência de variações de correntes pelo ar, sendo as ondas eletromagnéticas, principal motivo para conseguirmos transmitir voz, músicas e até mesmo fotos sem precisar de fios.

O italiano Guglielmo Marconi fez o primeiro sistema de telégrafos sem fios, sendo essa transmissão no Canal da Mancha, em 1899. 

Porém, ao mesmo tempo, o austríaco Nikola Tesla também utilizava o conhecimento de Hertz para tentar fazer a mesma coisa que Marconi. 

Inclusive, em 1943, a Corte Americana deu à Tesla o título de inventor do rádio.

Entretanto, nessa época, nada de voz era transmitido por esses princípios de rádio. Somente em 1906 que a voz apareceu, em um experimento de Lee de Forest, com uma válvula de três elementos. Isso permitiu que os volumes fossem suficientes para serem transmitidos e recebidos.

Com isso, o rádio se tornou uma ferramenta extremamente útil no contexto militar. Ele serviu como meio de comunicação entre os fronts de batalha na Primeira Guerra Mundial, foi usado para transmitir avisos às cidades que estavam próximas aos locais de guerra e, mais adiante, virou forma de comunicação entre os aviões que sobrevoavam campos inimigos e as bases militares. 

E então, o rádio chegou oficialmente em terras brasileiras no dia 7 de setembro de 1922, durante um evento internacional em comemoração ao centenário da independência. 

Naquele dia, foram instaladas estações de transmissão em pontos estratégicos do Rio de Janeiro, Petrópolis, Niterói e São Paulo, e o discurso do presidente Epitácio Pessoa foi transmitido ao vivo. 

Em seguida, foi tocada a ópera O Guarani.

Apesar da empolgação inicial, o governo brasileiro não demonstrou interesse em investir no rádio. Por isso, no ano seguinte, as empresas americanas que haviam trazido os equipamentos para o Brasil se preparavam para ir embora. 

Foi aí que o médico e cientista Edgard Roquette-Pinto resolveu intervir e o rádio ficou no Brasil com os esforços de um grupo de intelectuais que viam o rádio como uma possibilidade de alcançar os 65% da população que ainda eram analfabetos.

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